Casas EDL – Expansão Ritual (Ka, Hu, Ra, Ptah)

LUCIFER

Odiado por dar ao homem o Conhecimento dos Deuses – Seres conquistadores de suas próprias consciências através da comunhão com a natureza e o tecido universal. Que através das perspectivas canalizadas nos teatros da existência puderam perceber as ações e reações resultantes da busca por si mesmo: – O corpo da Harmonia e Coerência. Que pela sensação frequencial da Luz, tão chamada Amor, equilibraram sua ausência, tão chamada dor.

Os atuais donos do mundo regam as mentiras das religiões, que nos mandam sacrificar a preciosa vida enquanto esperamos a felicidade do utópico eterno céu. Neste tempo, aproveitam o melhor do seio da Terra com suas maravilhosas riquezas. Falam de Deus mas dominam a mágica Kabbalah. Compreendem a Geometria Sagrada e todas as condições que proporcionam a devida excitação do microcosmo gerador de perspectiva para o macrocosmo que os limita.

Ao adquirir o Conhecimento, o ser passa então a enxergar os reinos da evolução que, no mineral ensinam a sensação de grupo, espaço e formato, para no vegetal proporcionarem a expansão numa maior comunhão com os elementos e no animal passarem a ter autonomia sobre escolhas, que só no Reino Humano poderão ser dominadas com precisão. Quando cada mortal deixa de ser escravizado, aprende desde cedo que os pulsos animais de seu corpo moldam as bases do ego quando refletem medos e desejos provindos do inconsciente. Quando isso é percebido, pode ser administrado, formando um ser completo que se auto-controla, respeita a vida e ama a existência. No entanto, isso traz também a liberdade, por acabar com a ilusão que os mantém servindo de escravos sem compreenderem a vós mesmos.

Quando os líderes de seu mundo escondem a Verdade, estes pulsos do Reino Animal que levam seres à sensação de inveja (frustração), ciúme (posse), excitação sexual, fúria, e outros tipos de caos acabam sendo interpretados como atitudes malignas. Assim sendo, seus autores sentem-se culpados e inferiorizados. “Precisam trabalhar o dobro para receberem o perdão de Deus antes que morram.” Atrofiam-se ao esconder-se deles mesmos, gerando assim, doenças e sofrimento.

Ainda que hoje o pensamento extremista religioso já seja para a maioria um tanto quanto ignorado, a ausência de Conhecimento faz com que a juventude se perca nas mesmas frequências animais ainda não equalizadas. Os tempos vindouros estão previstos, e sim, já aconteceram diversas vezes antes. Fazem parte de um giro contabilizado e previsto por quem retém o Conhecimento.

Para realizar esta transição entre diferentes níveis dimensionais é necessária a expansão de nossa consciência, enquanto indivíduos e a nível coletivo, é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais e miasmas da segunda dimensão agregados em nossos corpos inferiores, pelo acúmulo de vícios e apegos. Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de energias astrais que carregam memórias genéticas e de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encrustadas e impregnadas. Traumas vibracionais.

Quando este dia chegar, dedicaremos nossos esforços para a criação e a expansão de nossa vida no cosmo. Estaremos conectados com a natureza e a Vida em si. Seremos livres e viveremos no Conhecimento e não nessa guerra entre nós mesmos. Esta Era começará em breve e durará algum tempo.

Muitos países de “primeiro mundo” já legalizaram as drogas. Alguns dos maiores gênios de todos os tempos utilizavam drogas para expansão da consciência. A maior parte dos vencedores utilizam tais substancias para aprimoramento e prazer.

Vejam que tudo se baseia na moderação e auto-controle.
Se exagerar vai matar, assim como o açúcar ou o sal.

A bebida por exemplo leva a comportamentos agressivos e insanidade, e é legalizada, enquanto a maconha que acalma e dá bom humor é proibida, por quê?

O povo só repete o que a mídia fala, e nem sabe de fato o que está acontecendo.
A ignorância é geral e muitos criminosos e presidiários são vítimas dessa injustiça.


A vida é só diversão?

É muito comum a perspectiva de que “já que a vida é curta e tão imprevisível, o que importa é viver ao máximo, se divertir e ser feliz.” No entanto, o que soa tão coerente e cabível à primeira vista, pode ser na verdade um grande erro para nossa vida pessoal e para a sociedade como Nação e Humanidade.

Não devemos nos posicionar de tal maneira egoísta, como se tivéssemos sido abandonados aqui, e como logo partiremos, devêssemos sugar o máximo que pudermos enquanto vivos. Como se fossemos parasitas, sem qualquer gratidão com o ontem ou compromisso com o amanhã. Devemos lembrar que somos uma extensão do todo.

Somos a terra, a água e o ar. Somos o fogo, a natureza, a história, os pais e os filhos. Se temos a chance de aproveitar, é porque essa chance nos foi deixada através de muitas lutas e aprendizados. Muita dor e sofrimento. Essas consciências foram nós ontem, e merecem nosso amor e gratidão hoje. Assim também, quando nossos dias passarem, mereceremos o amor e gratidão de nossos descendentes por tudo o que fazemos agora. Eles não são um futuro qualquer sem nenhuma relação conosco, eles são uma extensão de nós, são nossas perspectivas atualizadas, são nosso amanhã. Estas perspectivas individuais são eternas, é a viagem através delas que se atualiza conforme a tradução da Consciência.

Onde está a maior parte de você? Aqui no passado, ou amanhã no futuro?

A lógica pode não lembrar de vida após vida, pois é o lado masculino que segue linear e se quebra no giro do parto, mas o lado feminino de cada ser sente as vidas e experiências passadas; e em reinos Luciferianos, conseguem reinterpretá-las, tornando-se seres mais completos e parcialmente imortais. Alguns com equilibrada expansão da consciência e domínio dos reinos do corpo conseguem literalmente a imortalidade, até que se canse e sintonize outras realidades vibracionais.

Em reinos luciferianos todos tendem a aprender a dominar seus lados masculinos e femininos, assim como seus egos e pulsações corporais, junto de tudo o que fica travado pela lógica e medo no inconsciente nos tempos de escravidão, onde não é possível aceitar para si mesmo as sensações e reações naturais do nosso ser.

O medo do inferno, ou da sociedade impede o ser de auto conhecer. Porém, agora, no reino Luciferiano que volta em nosso tempo, os seres se equilibram, pois têm a chance de se estudar e se posicionar.
Toda essa geração de experiências é muito valiosa para nossa existência. Não só no aspecto masculino de observação, onde a natureza depende de nós, e o planeta está fora e posicionado, mas também no aspecto feminino, abstrato de observação, onde o planeta está dentro de nós, assim como tudo o que existe, sendo desdobrado pela nossa perspectiva interna.

Onde estamos todos diante da mesma escuridão buscando luz, com medo de apagar. Esse é o momento inicial Alpha-Beta onde todos nos encontramos. Aquele abstrato atrás das suas decisões. Aquele ser invisível que te faz querer o que você não quer. Que diz sim quando você quer não. Que te faz tremer quando você tem tudo sob controle, que te responde algo que você não sabia. Aquela voz que você finge dominar, que finge ser você, mas que te controla feito bobo. Esse ponto, é o ponto de ligação entre tudo e todos, a Consciência Coletiva, onde você pode contemplar as piores ou melhores perspectivas.

Você pode ser vítima disso e acumular momentos, o que chamamos de ego, ou conquistar esse controle, podendo assim, traduzir a exata realidade que precisa para ser feliz, ou seja, sintonizar Luz, o que todos querem e o que nosso tempo precisa. A natureza estará a seu favor, mas é necessário falar sua língua, livre da lógica cética e mentirosa do reino atual.

Para isso, é necessário o Conhecimento que tentam esconder da maioria, para que poucos reinem. É necessário lembrar do compromisso, da união, da amizade com o Todo. Que ser feliz sendo egoísta e sugando o máximo que der destrói a todos. Destrói o seu próprio amanhã, e isso, o Universo não vai permitir. Essa é a razão pela qual muitos acabam sofrendo demais depois. Porque sua ilusão mental o faz um ser vazio, achando que o amanhã não lhe pertence, egoísta e solitário, que não valoriza o Amor e a beleza da Honra. Acaba traindo sem pensar, lucrando sem moral, achando que já que a morte vai vir mesmo, o que importa é se dar bem.

Esse faz seu filho ter vergonha de lembrar o pai. Faz seu pai desaparecer no reflexo do filho. Esse é o elo fraco. Que possamos nós brasileiros sermos exemplos nesses novos tempos privilegiados, onde o Brasil do futuro se tornará o Brasil do presente. Que a felicidade geral seja mais importante que o egoísmo individual. Que essa base, a amizade com o universo, a conexão real do inconsciente, seja também lógica e real em nossas mentes conscientes, criando assim, uma vida de sucesso para todos na nação de um povo forte que mudará o mundo.

Sobre as Drogas

– A guerra da droga e da mentira.
Um dinheiro incontável é gasto para ‘proteger’ os cidadãos dos ‘perigos’ da droga, como se não fosse mais fácil morrer na cama de um hospital podre, ou de bala perdida, atropelado, ou num assalto, do que com drogas. Muito menos maconha, que jamais matou na história.

Você leitor, já parou para pensar que o mundo trava hoje uma guerra perdida baseada em uma grande mentira?

Que despejamos bilhões de dólares em uma guerra que só faz escorrer sangue em nossas ruas, que faz alimentar milícias e guerrilhas, políticos e policiais corruptos?

O que dizer sobre o fato de que uma mentira ajuda a fazer do Brasil um dos países recordistas em homicídios no mundo ― 56 mil mortos em 2012?

E que esse mesmo delírio faz entupir nossas prisões, sobretudo com jovens pobres, numa engrenagem que só gera mais violência?

Para entender a paranoia, voltemos a 1971. Naquele ano, o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, declarou uma “Guerra às Drogas”, dizendo que os entorpecentes eram o “inimigo número um do país”. Acossado por notícias de uso de drogas por soldados americanos no Vietnã, em tempos em que jovens maconheiros e contestadores pediam paz e amor e o fim da guerra, a nova política de drogas foi inaugurada com estardalhaço.

Baseada na premissa de um “mundo livre das drogas”, com o objetivo de erradicar o consumo e o tráfico, a política da Guerra às Drogas fez escola na Europa e nas Américas. Nos mais de 40 anos que se passaram desde o anúncio da linha dura dos Estados Unidos, Nixon renunciou no escândalo de Watergate, os americanos fecharam o cerco em suas cidades e mantiveram sua máquina de guerra contra plantações de coca nos Andes. Também intervieram militarmente no Panamá com a desculpa do combate ao tráfico. Em nome de uma mentira. Ainda assim, o consumo de drogas só cresceu e o tráfico internacional bateu recordes. O Rio de Janeiro viu a violência explodir nos seus morros. São Paulo viu sua segurança pública refém de uma rede criminosa comandada de dentro dos presídios. Plano Colômbia, massacres no México, brigas de gangues em cidades do mundo inteiro… O enredo é macabro.

Segundo o Relatório Mundial sobre Drogas da ONU, cerca de 5% da população mundial já consumiu ou consome algum entorpecente (O estudo é impreciso, escondem boa parte para não incentivar, e agora o número é muito maior). Isso explica os lucros insanos do narcotráfico. O proibicionismo criou um monstro que hoje movimenta US$ 400 bilhões por ano. É esse dinheiro que financia as AK-47 dos morros cariocas e os fuzis que mataram 43 estudantes no México. Caveirões do Bope, a Rota na rua, o Amarildo que nunca mais voltou e o massacre da juventude nas periferias são parte e consequênia dessa guerra infame. Tanto dinheiro e tanto empenho para supostamente proteger os cidadãos dos “perigos” da droga, enquanto tantos morrem de fome, saúde precária ou alta violência. Para os defensores do proibicionismo, cabe ao Estado tutelar a vida (e logo as vontades) de seus cidadãos.

Pode até soar altruísmo. Não é. Desde que o mundo é mundo, as pessoas se entorpecem. Não me lembro de qualquer sociedade que não tenha desenvolvido algum tipo de bebida alcoólica (cachaça também é droga, vale lembrar, só que lícita). Fuma-se, cheira-se, faz-se de tudo. A questão aqui não é dizer que droga é do bem ou é do mal, nem sustentar que não haja malefícios (sabe-se que maconha em excesso lesa um cidadão, que a cocaína frita neurônios, que álcool arruína os rins, etc…). A questão é que a droga existe, que todo dia alguém fuma uma pedra no centro de São Paulo ou cheira uma carreirinha em algum canto do Congresso Nacional. É um fato e precisamos lidar com isso. Por isso mesmo, qualquer política pública que não aceite a realidade estará, em algum momento, equivocada.

Felizmente, temos sopros de lucidez ao redor do mundo. Estados americanos e o vizinho Uruguai já legalizaram a maconha (parte importante do problema). O debate ganha fôlego na América Latina e até nos EUA, onde o presidente Barack Obama já admitiu que a Guerra às Drogas é um “fracasso total”. Nessa guerra travada sobretudo nas periferias, o maior preço é pago por quem é tragado pelas prisões superlotadas.

No Brasil, a coisa só piorou desde que o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas entrou em vigor em 2006. Acabamos de passar a Rússia e agora temos a terceira maior população carcerária do mundo (715 mil pessoas). Nessa guerra, cor da pele, endereço e conta bancária contam. Uma coisa é um menino branco fumar na Avenida Paulista (vai provavelmente se safar como usuário). Outra é o menino preto fumando na periferia (grande chance de ir para a cadeia por tráfico). O enredo é corriqueiro — curso intensivo de marginalidade e estigma após sair da prisão. O saldo é sempre mais violência.

Além de tragar recursos públicos, a Guerra às Drogas funciona como um terrível mecanismo de controle social, de criminalização da pobreza. Para “proteger” nossas famílias dos vapores entorpecentes deste mundo, criamos um sistema sórdido de violência. O Estado faz de conta que vai acabar com as drogas. A sociedade finge que a cadeia é a solução para todos os males (enquanto uns poucos tantos enriquecem nesse ínterim).

Diante da mentira, a verdade é que precisamos falar sobre drogas e debater sua legalização e regulação. Até lá, seguiremos contando os mortos desse front. A realidade é que os mais altos movimentos religiosos e ocultistas obtêm grande sabedoria com a expansão consciencial que as drogas proporcionam. O sistema investe muito dinheiro para nos travar nesse padrão ridículo e submisso. Nenhuma ferramenta que colabore conosco seria permitida por muito tempo.

É obvio que o excesso de drogas, como o excesso de açúcar ou qualquer outra coisa faz mal. Mas o que mata não é o amor à sensação que a droga traz, e sim, a infelicidade das pessoas sem elas. As drogas proporcionam um alívio, que acaba por se tornar uma prisão nesse mundo horrível sem Conhecimento. A cura do vício, é a felicidade. Que invistam na qualidade de vida, educação e saúde, ao invés de bilhões numa luta inútil que finge se preocupar conosco.

Reposta Bob – Fórum militar
Por que tantas pessoas ligam maconha com favelado? FHC fala diversos idiomas, é formado, foi presidente e é maconheiro. Steve Jobs fumava maconha, Bill Gates, Da Vinci. A maior parte dos grandes gênios fumaram e fumam maconha, sem falar dos índios. Seriam eles todos então estúpidos e vocês sábios? Beber pode deixar agressivo e descontrolado, no entanto, é normal e está aí rendendo milhões.

Maconha sempre deixa em paz e com sono, não traz problema grave nenhum comprovado, e tem ajudado até na cura do câncer, além de pressão, circulação, depressão, stress, insônia e muito mais. No entanto, proíbem, a mídia fala mal, e vocês repetem. Não tem algo errado nisso? Acham mesmo que políticos, mídia e toda essa informação movida à dinheiro se importam com a nossa saúde? Acham que deixam tantos morrerem de fome, mas contra as drogas gastam milhões para combater porque
se preocupam?

Basta pensarmos com humildade… Ninguém faz mal pro outro nem surta porque fumou. A maconha ajuda a sair do estado de desespero imposto por esse sistema medíocre, te ajuda a estar bem pra recomeçar, e quando o povo fica bem, o mau governo se dá mal. Paremos todos de falar pelos cotovelos, principalmente a classe média, por favor. É isso que nos destrói. A Verdade é clara para quem pensa, então por que repetir o que a mídia diz? União é a chave.

– Livro: Lucifer Onde a Verdade é a Lei – Bob Navarro

 

Expansão Ritual – Casas EDL

⚠️ Deixando bem claro que a EDL não incentiva o uso de drogas, apenas explicamos os processos teatrais e espirituais que elas causam tanto no indivíduo como no Coletivo. O uso para saúde, rituais ou recreativo é responsabilidade estritamente do aluno. ⚠️


A Expansão com Enteógenos

O termo enteógeno é uma combinação do grego entre entheos (literalmente, “Deus dentro”) e gen (“tornar-se”), remetendo àquilo que “gera o divino internamente”, buscando assim ressaltar o uso ritualístico/místico/espiritual dessas substâncias.

Na bíblia o termo hebraico fala de uma “expansão”, que provavelmente se trata de um indicativo da atmosfera que envolve o planeta Terra, e no verso 8 é chamado de “Céus”

A palavra “psicodélico” tem origem no grego: a raiz grega “psyche” significa “mente” ou “alma”, e “deloun” significa “revelar” ou “tornar manifesto”. Portanto, “psicodélico” pode ser traduzido literalmente como “revelador da mente” ou “revelador da alma”.

Os enteógenos auxiliam na expansão da consciência, gerando catarses e desdobramentos do Eu Superior (alma) com o Eu Inferior (ego). Muitas pessoas ao usar algum tipo de expansor começam a ver desenhos geométricos, cores, e pensam estar ‘brisando’, ou que aquela experiência não passa de uma “chapação momentânea”, pode até ser de uma perspectiva rasa, porém se trata da sua comunhão com a Geometria Sagrada, o 7/12 momentos eternos da Consciência. (para maior entendimento sobre o 7/12 leia o livro Lucifer Onde a Verdade é a Lei).

Cada um tem seu momento sobre isso, as vezes a pessoa nem precisa de expansor para se conectar, ou para se sentir tranquilo, cada um deve seguir diante do seu próprio fluxo, pessoas que seguram caos e densidade são propensas a procurar ajuda de enteógenos. Quando o individuo expande sem equilíbrio corre o risco da overdose, consciencialmente seria uma desconexão com seu Eu Inferior, podendo assim acarretar no momento da morte, o famoso “teto preto” ou “ponto zero” é uma passagem simbólica do que seria esse momento do vazio, a sensação é como se o seu corpo dissolvesse na realidade e você sente cair no “nada”, muitas pessoas quando expandem com Ayahuasca (ou LSD) relatam sobre tocar no momento da morte e voltar, tendo a sensação de criar a realidade no escuro e queimar, a partir dai entendem o peso que Deus segura e transbordam mais próximo de reconhecer o valor do Messias.

Quanto mais sútil for o corpo da pessoa menos necessidade de expansão ela terá, expansão não é diversão, ou curiosidade, pode até ser para os leigos, mas depois da primeira experiência a pessoa sabe que internamente ela nunca será como antes. Por isso deve-se ter muita cautela com o lugar e com quem você terá suas experiências de rituais, pois é uma reciclagem que envolve você e seu coletivo em comunhão com a Torus Coletiva. Quanto mais você conhece de si mesmo, menos tem necessidade de visitar essas vias do quântico, pois já entendeu o processo do paradoxo e não tem mais tantas sobras teatrais para queimar, quando assim tem que ser feito já estará conectado atemporalmente com o desdobramento de expansão em si.

A seguir relacionamos alguns expansores diante da personalidade e conexões de Cada Casa, claro que todas as Casas podem utilizar de todos os expansores, porém terá aquele que a Casa mais se aprofundará.


Casa Ka – 

Cannabis

 

A Cannabis é o expansor universal, está em todas as camadas da realidade, desde o teatro ao quântico. Tudo pode ser feito de cannabis, se não tudo uma grande maioria, o cânhamo ou hemp, é o nome da fibra produzida pela Cannabis e com ele é produzido inúmeros produtos derivados da planta (material de construção, carro, combustível, bateria, corda, papel, leite etc…). Existe inclusive nossa “maconha interior”, o sistema de moléculas produzidas pelo próprio organismo humano e batizado pela ciência de endocanabinoide (endo, de interno). Ou seja, canabinoides, como os compostos da Cannabis sativa, só que feitos pelas células humanas. 

A Cannabis para o mago Ka é uma grande fonte de alívio, pois os Ka queimam muito no vermelho (caos), a Cannabis proporciona escudo vibracional e físico, é o ponto de conexão com o verde (resistente a queimação) em sua mais pura forma.

“Disse Deus: ‘Que a terra produza toda a espécie de vegetação: plantas que deem sementes, árvores que produzam frutos, frutos que contenham em si mesmos as sementes de acordo com a espécie donde vêm’. E assim foi. Deus viu que tudo isso era bom.”

Cogumelos

Cogumelos são os enteogenos de uma conexão profunda com o abstrato, até mesmo para plasma-los é necessário sobrevoar ao máximo a realidade (os hu são bons nisso), são como seres de outra dimensão, sintoniza-los é sempre um desdobramento significativo com seu interior.

Cada cogumelo é um portal entre o tempo e o espaço, se congelados e preservados os cogumelos podem durar para sempre (não para uso recreativo, nesse caso apenas para símbolo egregorado em seu congelador), sua cor e quantidade de bolinhas brancas no chapéu descrevem o desdobramento daquele cogumelo entre sua sintonia e o Coletivo.

Plasmar amanita amarelo significa tentativa de sintonia, está perto da vibe do amanita vermelho, porém ainda preso em camadas teatrais, o amanita vermelho, quanto mais forte a intensidade da cor e bastante bolinhas brancas por todo chapéu mais desdobrado será a sintonia desse momento. Tem também os cogumelos falsos, esverdeados de forma rústica, esses passam uma vibe meio maldosa, podem ser arrancados e arremessados desfazendo tudo que há de ruim.

 


Casa Hu – 

Ayahuasca

A Ayahuasca é um expansor de extrema profundidade, esse enteogeno se conecta com os Druidas através da terra, entre as Casas é um dos expansor de mais responsabilidade em seu uso, pois eleva muito os padrões da consciência. Os Hu tem a base forte e são os mais aptos a ajudar a segurar o teatro para expansão.

A experiência do daime te eleva em camadas, degrau por degrau até o degrade máximo da expansão, esse processo é guiado pelo elemento terra, o que torna a realidade mais lenta no momento, onde abre espaço para as pessoas curtirem certo êxtase de felicidade extrema, perdendo o equilíbrio em relação ao encontro interno com o ego, fugindo de si mesmo através da ‘good vibe’ que o expansor proporciona.

Claro que nao são todas as pessoas que podem cair neste momento, o ritual é único pra cada um, mas é sempre bom observar para não ser puxado para onde mais te facilita.


No fim, ele morde como serpente e envenena como víbora.33Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente imaginará coisas distorcidas.34Você será como quem dorme no meio do mar, como quem se deita no alto das cordas do mastro.35E dirá: “Espancaram-me, mas eu nada senti! Bateram em mim, mas nem percebi! Quando acordarei para que possa beber mais uma vez?“ Provérbios 23:32-35

 

Kambô

Conhecido como o veneno do sapo, é um enteogeno conectado ao sub totem da Casa Hu, o sapo é resistente ao abstrato, o verde intrínseco a sua natureza impede de perceber a queimação, a sua paciência é tamanha que tudo acontece dentro dele, por isso a retenção e o inchaço é a maneira que ele segura a realidade, sua ligação com o mundo espiritual é puro e singelo, o animal que mais conhece o abstrato depois da cobra é o sapo, que por muitas vezes é alimento delas. Geralmente o kambô é aplicado como um combo em rituais de ayahuasca, justamente pela conexão Hu entre os enteogenos, um pode completar e elevar o outro. 

 

Casa Ra – 

Sananga

A Sananga é um expansor sútil porém eficaz, ele age diretamente e vibracionalmente nas glândulas pineal e pituitária, causando alivio e uma sensação leve de euforia, como se reiniciasse seu campo de visão.

Em expansão essas glândulas seguram muito as bases da realidade, elas fazem ponte para alma entre o quântico e o teatro, em desdobramento muito expansivo elas podem dilatar causando dor de cabeça forte e principalmente uma pressão intensa nos olhos, momentos assim podem ser chamados de ‘cirurgia quântica’, seu corpo físico e espiritual dissolvendo densidades em camadas a ponto de senti-las se conectar dentro da cabeça, é um desdobramento de grande renovação interna e externa.

Durante o ardor provocado pela sananga, a pessoa sente que a região da testa, onde se encontra a glândula epífise, está sendo mexida energeticamente, e faz com que a dor de cabeça sejam prontamente eliminada.


“O homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração” (1 Samuel 16:7).


Argyreia

A Argyreia Nervosa realmente é um tanto quanto nervosa, é uma experiencia que pode te elevar ao máximo nível de euforia, o momento de plenitude completa, mas antes ela expurgará tudo que não estiver de acordo com esse padrão elevado dentro de você, grandes dores psíquicas, vivências mal elaboradas, angústias e uma série de dores que o enteogeno traz a tona, afrouxando suas resistências e faz isso de modo muito rápido e intenso. 

Sua flor em formato de coração revela a verdadeira conexão com os sentimentos puros, cresce longe do frio apesar da Casa em que se encontra se conectar com a estação do inverno, ela guarda o calor interno, à presença da energia do mundo espiritual dentro do Ser. A maneira como o expansor permite modular a realidade é realmente desafiadora, trazendo consigo também grandes responsabilidades. 

Casa Ptah –

Rapé

O Rapé auxilia no aterramento da consciência, é o expansor que domina a não expansão, proporciona centralidade e equilíbrio, expurga tudo que é maligno (famosa peia), alguns podem ter um desdobramento tranquilo, outros mais conturbado, tudo depende do peso e densidade que cada individuo esta segurando no momento. É muito bom para o foco em trabalho pois ele purifica e abre caminho entre o quântico e o teatro, te proporcionando a expansão exata para se alinhar entre os dois sem se perder em nenhum.

12“Tudo me é permitido“, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido“, mas eu não deixarei que nada me domine.1 Coríntios 6:12

 

Changa

A Changa é um enteogeno cuja a expansão é muito potente, ela proporciona a experiência da ayahuasca de uma vez só, enquanto a experiência do daime te eleva em camadas. A Changa te eleva em um só golpe, atravessando todas as camadas pela via lógica, em conexão com o elemento ar, enquanto o daime te segura pelas vias do elemento terra.

A Changa se encontra nos Ptah, pois é um expansor desafiador, ao mesmo tempo que te leva ao céu também te mantém firme no chão, como a elevação é rápida assim que voltam tem uma memória maior dos pacotes absorvidos, não dando tempo para qualquer vislumbre que as vias mais calmas podem abrir em relação ao ego. 


Tarot

Casa Ka –

Cannabis

Também conhecida como cânhamo, a Cannabis sativa é utilizada há mais de 10 mil anos, e tem participação decisiva em capítulos importantes da história humana. Há milênios essa planta faz parte do cotidiano de numerosas culturas por todo o globo. Pode-se fabricar papel ou têxteis com ela ou utilizá-la para fins medicinais.

Embora uma localização exata seja impossível, pesquisadores concordam que o cânhamo é originário do continente asiático. Escavações arqueológicas no Japão confirmam que, no mínimo 10 mil anos atrás, seres humanos já coletavam suas sementes. Foram também encontrados resquícios pré-históricos na Índia, Tailândia e Malásia.

Achados arqueológicos no território da atual China provam que, mais tardar, desde 4000 a.C., já se fabricavam têxteis com fibras de cannabis. Também chineses são os primeiros registros de seu emprego na medicina: O livro Běn Cǎo Jīng, compilado a partir de tradições orais no primeiro milênio, contém indicações sobre a cura com ervas. Nele, a ação do cânhamo é descrita explicitamente: a planta não só permitiria comunicar-se com os espíritos como relaxa o corpo. Ao mesmo tempo, alerta-se que uma dose exagerado pode resultar em visões do demônio (em um nível de expansão muito alta, todos os anseios do ego podem vir a tona de uma vez e muitas pessoas acabam tendo uma experiência ‘ruim’ com a cannabis, culpando muitas vezes a própria erva, no entanto o enteogeno só esta mostrando aquilo que você foi encarar, seus próprios ‘demônios’ interior) – o que pode se denominar alucinações.

Os xamãs taoístas usavam cannabis combinada com Ginseng para revelar a verdade sobre o futuro, acreditando que a planta tinha a capacidade de lançar seu espírito no tempo. No Taoísmo, o consumo de maconha era reservado aos religiosos e não era compartilhado com pessoas comuns, o que poderia explicar sua estranha exclusão dos textos antigos. Por volta de 206 a.C., a dinastia Han da China Imperial abraçou o confucionismo, abandonando o taoísmo e, com ele, a maconha.

Ao tempo em que o consumo da cannabis ligado ao Taoísmo desaparecia na China, o uso da planta estava apenas começando na Índia. Dizem que os deuses enviaram o cânhamo por compaixão pela raça humana, para que possam obter deleite, perder o medo. Algumas histórias hindus sugerem que a maconha se originou de um néctar que caiu do céu. A crença mais popular conta que, em certa ocasião, vários deuses e demônios agitavam o oceano cósmico de leite para obter amrita — o elixir da imortalidade —, quando se depararam com muitas substâncias incomuns, incluindo um veneno mortal, o halahala. Aterrorizados, os deuses se aproximaram de Shiva para pedir ajuda e compaixão por todos os seres vivos. A divindade atendeu ao pedido e bebeu a toxina. No caminho por onde passaram, os deuses acabaram derrubando algumas gotas do elixir, que produziu milagres nos locais onde foi derramado. Em um desses lugares, Shiva encontrou o ‘bhang’, o comeu e foi curado do envenenamento.

A Índia e o Tibete compartilham, além de uma fronteira, uma rica tradição de consumo religioso da maconha. O Tibete é uma nação historicamente budista. No budismo mahayana, um dos dois principais ramos da religião, dizem que o Buda Gautama sobreviveu com uma semente de cânhamo por dia durante seis anos para ajudar no desenvolvimento do seu caminho para a luz. Às vezes, Buda é representado segurando uma tigela de “soma”, possivelmente de cannabis. Os praticantes do budismo costumavam consumir maconha para facilitar a meditação ou aumentar a conscientização durante as cerimônias religiosas.

Provavelmente os povos nômades comerciantes foram levando a planta pouco a pouco para o Ocidente. Um relato nesse sentido se encontra na obra do historiógrafo Heródoto, que, no século 5º a.C., descreveu o povo equestre dos citas (Skythēs). Estes viviam na Eurásia, então o fim do mundo, onde também crescia o cânhamo. Nos ritos fúnebres, descreve o grego, eles se reuniam numa tenda, lançavam sementes da planta sobre pedras em brasa e se purificavam num banho de vapor. “Os citas se alegram com a sauna e uivam de prazer”, conta Heródoto. A palavra latina cannabis, aliás, provém do idioma cita. Em geral, a língua fornece indicações importantes sobre a história da cannabis. No chinês antigo, caracteres especiais para a planta feminina e masculina, para seus frutos e suas sementes testemunham o envolvimento intenso com ela, assim como seu significado para o dia a dia humano.

A cannabis tem também uma longa história no Judaísmo e no Cristianismo. No Velho Testamento, Deus instrui Moisés para fabricar um óleo de santa unção: além de canela, mirra e azeite de oliva, ele deve usar “kaneh bosm“. Segundo a teoria da antropóloga Sula Benet (1903-1982), mais tarde o termo foi erroneamente traduzido para o grego: em vez de cálamo aromático, ele se referiria ao cânhamo. Em 2020, pesquisadores encontraram pelo menos um indício para essa teoria: no altar do templo judaico de Tel Arad, em Israel, detectou-se cannabis, contendo a substância tetrahidrocanabinol (THC) que, aquecida, tem ação entorpecente.

Na Europa, por longo tempo o efeito psicoativo de algumas variantes da Cannabis sativa praticamente não teve relevância. Em sua obra de ciência natural, a abadessa Hildegard von Bingen (1098-1179) descreve as sementes de cânhamo basicamente como digestivas. Na época, a planta era empregada sobretudo na navegação e na fabricação de têxteis e papel. Na Suécia, durante a reforma de uma igreja, em 1909, descobriu-se uma tapeçaria de 3 mil anos, datando da época dos vikings, fabricada, em parte, com cânhamo. Também nas sepulturas de vikings abastados encontraram-se, como tributos funerários, roupas finas feitas com fibras da planta.

Roupas de cânhamo foram igualmente decisivas na história da impressão de livros. Com a revolucionária invenção da prensa móvel, Johannes Gutenberg tornou supérfluas as cópias manuscritas, e a maioria de suas bíblias foi impressa em papel produzido com trapos de roupas e fibras de cânhamo. Para a posteridade, foi uma sorte, pois esse papel é mais resistente do que o comum hoje em dia, de fibras de celulose, e os preciosos volumes do inventor alemão enfrentam a prova do tempo. E, quem sabe, sem a cannabis nunca tivesse existido declarações de independência, já que Colombo talvez nunca teria chegado à América. Pois, como em todos os navios da época, as velas, redes e cordas de sua frota eram feitas com cânhamo, que não apodrece nem mofa com a umidade.

Nos séculos seguintes, o cânhamo foi substituído principalmente pelos combustíveis fósseis. Enquanto seu cultivo é relativamente descomplicado, o processamento é mais trabalhoso. Com a expansão da navegação motorizada, matérias-primas de manufatura mais simples, como o algodão, passaram a ser introduzidas em massa e mais baratas. A indústria do cânhamo definhou. Apenas durante as guerras mundiais, quando as importações ficaram difíceis, registrou-se um breve renascimento na Alemanha. Em meados do século 20, porém, nem mesmo cordas e velas de navios eram mais de cânhamo, mas sim de fibras plásticas.

Interessante notar que um dos promotores da vitória do petróleo foi Harry Anslinger que, como chefe do Departamento Federal de Narcóticos dos Estados Unidos, durante 30 anos se empenhou pela demonização da cannabis – para felicidade da indústria petroleira. No longo prazo, entretanto, a guerra contra a Cannabis sativa fracassou. Não só cada vez mais países legalizam o seu consumo, como numerosas empresas apostam nela, para além dos negócios com a maconha medicinal ou recreativa.

O movimento Rastafári acredita na existência de um único deus, Jah, e envolve o uso espiritual da maconha e a rejeição do materialismo e da opressão. O rastafarismo tornou-se popular graças a Bob Marley nos EUA e no mundo, o que levou o uso de maconha pelos rastafáris ser debatido no século XX. Processos judiciais prolongados culminaram na Lei de Liberdade Religiosa e Restauração, de 1993, nos EUA, que declara a legalidade do consumo da maconha e outras substâncias para fins espirituais e religiosos.

Muitos dizem que a cannabis é porta de entrada para outras drogas, acontece que seu efeito acaba sendo contrário a qualquer tipo de substância, geralmente o uso dela é justamente para sair de algum estado de exaltação causada por algo, já que seu efeitos são calmantes e relaxantes, quem costuma mergulhar em drogas sintéticas pesadas é adverso aos efeito de calma que ela traz, pois ela tem a tendência de elevar o ser mesmo em regiões infernais. Você nunca vai saber de ninguém que provocou uma briga sobre efeito da mesma, qualquer expansão sem equilíbrio pode causar danos, o álcool por exemplo provoca agressividade em certas pessoas, e alegria em outras, pessoas consagram a cannabis para ler a bíblia, se conectar com o que é sagrado, tudo depende do observador e de suas intenções internas.

 

Cogumelos

Cristo é o transbordar do consciente Coletivo, é a volta da Verdade, quando novamente o coletivo transborda as experiências que traz a solução para todos, traz a síntese do Reino de volta com Ele, a paz e a harmonia. A volta do Sol, a volta da Luz, da coerência, da união perfeita.

No solstício de inverno, que é a noite mais longa do ano, os povos antigos e pagãos se uniam em ritual para trazer a Luz de volta, a conexão com Cristo/Lucifer, a condição messiânica de ser o Rei dos povos que posicionam os sábios e os deuses.

Esses povos se juntavam e comiam bastante os cogumelos cubensis durante o ano para rituais diversos, desdobramentos mais expansivos. Já o amanita muscaria da essa sensação de crescimento, é um enteogeno que eles usavam mais para comungar com o momento, para estar feliz, ritual de gratidão, também agregando o que cada um gostava mais de fazer, aproveitando seus dons, talentos, sonhos.

O cubensis é mais espiritual porém mais longe do ego, é uma expansão mais conectada com a Alma do mundo, agora o amanita você pode trazer ele aqui e plasmar toda aquela grandeza na tua realidade, no teu teatro e comungar em uma felicidade incrível, com uma percepção da realidade magnífica, acima do tempo-espaço.

Então só no natal, só nos solstícios de inverno, na volta da Luz, naquele ritual pra chamar o sol de volta é que os reinos do passado, principalmente no norte faziam esse ritual mais focado no momento. Eles deixavam os amanitas secarem nas árvores de ponta cabeça para retirar as toxicinas, pareciam bolinhas vermelhas penduradas, dai se criou o conceito da arvore de Natal.

Como a neve tapava toda a porta de entrada das casas, eles entravam e saiam vestidos de uniforme vermelho e branco (a cor do amanita) pela chaminé para não atrapalhar o ritual, dai vem a base do Papai Noel, eles traziam alguns presentes, para comemorar a abundância, a fartura.

O amanita se encontra mais no norte (em lugares frios), pinheiros, eucaliptos, árvores de países frios nascem o amanita, nas árvores de origem fina, elas são assim para deixar o sol bater bastante na raiz, (em países quente o contrario) os amanitas vieram para o Brasil com essas árvores, enquanto o cubensis você encontra nos dejetos do gado (vaca ou até cavalo (cavalo a maioria é falso, mas da pra encontrar))

 

Casa Hu –

Ayahuasca

A bebida é tradicionalmente utilizada em cerimônias religiosas e rituais espirituais em algumas culturas indígenas da Amazônia, principalmente na região da América do Sul. O preparo é considerado sagrado pelas culturas nativas, utilizado religiosamente na intenção de alcançar conhecimento espiritual, entrar em contato com os ancestrais.

As plantas utilizadas para a produção da bebida são ricas em dimetiltriptamina (DMT), um composto psicoativo poderoso que, quando consumido oralmente, é ativado pelas beta-carbolinas da Videira caapi, permitindo que seja absorvido pelo corpo e tenha efeitos psicodélicos.

 

O DMT é a mesma substância que a glândula pineal, localizada no centro de nosso cérebro, produz quando dormimos e meditamos. O DMT é conhecido como uma substância espiritual, e está presente em outros expansores como o cogumelo e LSD.

Uma substância encontrada naturalmente na chacrona e em diversas plantas e animais, inclusive no nosso próprio fluido cerebral. Mas apesar de ser um psicoativo potente, seus efeitos normalmente não são percebidos porque o DMT é facilmente metabolizado pela enzima monoamino oxidase (MAO).

Mas quando o DMT da chacrona é misturado às beta-carbolinas encontradas no cipó de mariri, o MAO é inibido e o DMT age com mais intensidade e por mais tempo, provocando as mais diversas reações, que variam de pessoa para pessoa.

Na maioria das vezes, isso inclui ampliação de consciência, percepção diferente da realidade, visões de ancestrais e outras vidas, miragens comumente compreendidas como alucinações e processos de limpeza como vômitos e diarreia.

As origens do uso da Ayahuasca na bacia Amazônica remontam à Pré-história. Não é possível afirmar quando tal prática teve origem, no entanto, há evidências arqueológicas através de potes, desenhos que levam a crer que o uso de plantas alucinógenas ocorra desde 2.000 a.C.

Existe um dito, uma lenda, de que a ayahuasca escolhe, de que ela chama as pessoas. Ela amplia nossa capacidade perceptiva, criativa, cognitiva e de discernimento, além de ajudar a assumir nossas responsabilidades pessoais e coletivas. Constitui-se, portanto, em um agente profilático e terapêutico a serviço da elevação da consciência do ser humano.

Entre estas diversas tribos da bacia Amazônica, a Ayahuasca é percebida como uma bebida mágica inebriante, de origem divina. As vezes é considerada como sendo o próprio ser divino, que “facilita o desprendimento da alma de seu confinamento corpóreo”, voltando ao mesmo conforme a vontade e carregada de conhecimentos sagrados.  Entre os nativos é usada para propósitos de cura, religião e para fornecer visões que são importantes no planejamento de caçadas, prevenção contra espíritos malévolos, bem como contra ataques de feras da floresta.

 

Kambô

Kambô é uma perereca amazônica: a Phyllomedusa bicolor. Mas ela tem muitos nomes: campu, acaté, sapo-árvore-macaco-ceroso, sapo gigante Maki ou “vacina da selva”. O kambô é um medicamento tradicional extraído das secreções da pele do anfíbio. Esta perereca noturna habita as bacias amazônica e do rio Orinoco da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

Mais de quinze grupos indígenas diferentes da região amazônica usam essa substância há gerações para curar doenças do corpo e da alma. Ela não produz efeitos psicoativos, pessoas relatam uma sensação de limpeza física e emocional após o uso de kambô.

Pesquisas mostram que a substância é carregada com diversos tipos de biopeptídeos poderosos. Um dos peptídeos interage com os receptores opiáceos do próprio corpo, aliviando a dor.

A cerimônia em si também pode criar um efeito calmante, e pode ser feita em grupos ou de maneira individual. Normalmente, elas começam com a ingestão de líquidos. Depois disso, a aplicação é feita através de pequenas queimaduras na pele. Da ferida, o kambô entra no sistema linfático e na corrente sanguínea, onde dizem que corre pelo corpo procurando por problemas. 

O Kambô é um enteogeno que age diretamente no problema físico que esta sendo afetado pelo espiritual e vice-versa. A aplicação para mulheres são queimaduras (como se fossem queimadurinhas com pontas de cigarro) na parte posterior da perna e para os homens na parte posterior do braço, quanto mais pontos de queimaduras maior o efeito, geralmente são 7.

O efeito do Kambô é instantâneo, ele age queimando diretamente do ponto vital do seu corpo onde esta relacionado a todos seus traumas e travas, de uma maneira explicita onde você não consegue se esconder de si mesmo, algumas pessoas podem ter efeitos visuais e peias, enquanto outras conseguem focar mais no processo fisiológico da expansão, isso depende do desdobramento de cada um.


Casa Ra –

Sananga

Sananga é o sumo extraído das raízes de uma planta amazônica, cujo nome indígena é “Mana Heîns”, nome oriundo do dialeto Hãtxa Kuî, falado pelos Kaxinawás. A sananga é um colírio indígena para os olhos. O espírito da sananga ou shanovo (espírito da floresta) tem como processo medicinal o refinamento da visão espiritual. Assim, a sananga possibilita enxergarmos a verdade que se encontra a nossa volta sem a nossa cegueira pessoal e limitante, permitindo visualizar e deslumbrar a beleza que existe à nossa volta.

É possível uma relação indireta e de auxílio da sananga em algumas doenças psicossomáticas, já que os olhos são nossas janelas para a percepção deste mundo. Enxergar o nosso inimigo com os olhos colabora em nossa luta diária. Assim, esta medicina natural auxilia na percepção do que ocorre em nossa volta, trazendo harmonia e consequente realização espiritual, emocional e física.

A tradição do uso da sananga pelos índios kaxinawás é de pingar uma ou duas gotas em cada olho antes de irem para a caça. Eles acreditam que a substância aguça a percepção facilitando os movimentos sutis da densa floresta, conseguindo assim, distinguir a sua caça. Além de ressaltar texturas visuais, profundidade e as cores.

O colírio da sananga é obtido por meio da extração de um sumo de planta brejeira em forma de arbusto, chamada Tabernaemontana Sananho. Um dos princípios ativos encontrados é a Ibogaína. Para preparar o colírio são batidas as raízes do arbusto com água limpa e potável, que resultam na extração do princípio ativo da planta.

A Ibogaína provoca uma experiência psicoativa o que pode levar algumas pessoas a transes e/ou rápidas visões. Após a aplicação, ocorre uma ardência que dura no máximo três minutos, dependendo do estado clínico do paciente e a frequência com que o indivíduo faz uso do colírio. A experiência da sananga é relatada como um momento muito especial. Após a ardência surge uma sensação de completude. É como se o indivíduo estivesse totalmente inserido em um momento atemporal, em total plenitude.

Espiritualmente e energeticamente, a sananga ajuda a limpar o canal ocular e contribui para a fluidez da percepção no chakra ajna (terceiro olho, ou visão interior). Ou seja, aumenta a percepção e visão espiritual e sensitiva. Em pessoas com sensibilidade mediúnica desenvolvida há a comprovação de expansão do campo áureo. A Ibogaína auxilia ainda no tratamento de dores crônicas e é conhecido como um forte estimulante afrodisíaco, além de facilitar processos meditativos e de introspecção.

Os povos indígenas utilizam a Sananga com a finalidade de curar a panema, um tipo de “má sorte”, “desgraça” e “infelicidade” que envolve às vezes os índios. Incapacidade, talvez seja a melhor interpretação. Porém, os índios também utilizam a Sananga para curar doenças bacterianas do olho, como conjuntivite, terçol, vermelhidão e irritações nos olhos. Utilizam a muito tempo para curar e prevenir a catarata. Algumas pessoas relataram que é um excelente companheiro para a ayahuasca, purificando o espírito antes da poderosa purga da expansão.


Argyreia

Argyreia Nervosa contém pelo menos sete alcalóides diferentes produzidos com algum tipo de ação psicoativa. Esta espécie é conhecida como Hawaiian Baby Woodrose (ou trepadeira elefante), mas apesar do nome não é originária do Hawaii, e sim da região asiática onde hoje encontra-se a Índia. Embora esta espécie tenha uma história de uso medicinal relativamente antiga em algumas tribos asiáticas, seu uso é relativamente recente em comparação com outras plantas de poder.

Os efeitos da Argyreia nervosa foram descobertos no Havaí, na década de 1960, sendo muito similares à famosa ololiuhqui dos Astecas (Rivea corymbosa), cujas sementes também possuem ergina, utilizadas em rituais religiosos. A ergina também conhecida como LSA, é um alcaloide da família das ergolinas, presente em algumas espécies do reino vegetal. Trata-se de uma substância conhecida comumente por seus efeitos de tipo alucinógeno, semelhantes aos efeitos do LSD, mas mais sedativos. Além dos efeitos psicológicos do LSD, esse expansor provoca algumas alterações nos aspectos físicos do corpo, alterações na percepção visual de formas e cores, efeitos de clareza ou confusão mental, sensação de leveza ou peso no corpo.

Argyreia Nervosa é uma planta em constante evolução, com folhas em forma de coração e aveludadas, ela dá flores nos meses mais quentes, com pétalas grandes e arroxeadas e as sementes são numerosas, pardas. É reproduzida com facilidade por sementes ou por estaquia (você consegue produzir uma muda usando apenas um pequeno pedaço cortado de uma planta mãe) e a dormência dessas sementes pode ser quebrada deixando-as de molho em água durante 12 horas, antes de serem semeadas, germinando em 30 dias, aproximadamente. Igualmente sua dispersão é feita por pássaros frugívoros, como pombas, papagaios, tucanos e também pelos porcos.

Na medicina ayurvedica (India), a Argyreia nervosa é considerada uma planta adaptógena ou uma rasayana, que são as ervas e seus extratos ou substâncias utilizadas para promover a saúde física e mental, bem como melhorar os mecanismos de defesa do organismo e aumentar a longevidade. Na língua sânscrita, Argyreia é chamada Vridhadaraka, que significa “anti envelhecimento”, o que parece afirmar sua relação como planta adaptógena (termo para determinados alimentos e suplementos que alegadamente ajudam o organismo a lidar com o “estresse), pois os relatos de uso citam sua utilização na cura espiritual, como um poderoso remédio anti estresse e promotor de saúde mental.

No paisagismo a trepadeira-elefante é indicada para cobrir estruturas médias e grandes, tais como pórticos, pérgolas e caramanchões. Nestes suportes ela oferece uma sombra fresca e agradável, com suas folhas enormes, bem ao estilo tropical. Também é apropriada para cercas e muros. Por seu porte naturalmente avantajado, não é indicada para vasos ou jardineiras, sob pena de se tornar raquítica e fraca. Devido à facilidade de propagação, esta espécie pode se tornar invasiva. O cultivo da planta em solo vulcânico potencializa a produção de seus compostos ativos, é sensível ao clima frio e à geadas, devendo ser protegida nos meses de inverno.

 

 

 

Casa Ptah –

Rapé

O Rapé é uma medicina Ancestral, usada por diversas etnias como forma de consagração durante e pós esforço no trabalho, para relaxar e aquietar a mente.

Usado também em cerimônias de reconexão divina, para expurgar através da limpeza as impurezas do corpo e do espírito. A matéria-prima do rapé é o tabaco, cuja preparação é feita pelos índios ou pessoa que o valha, em uma cerimônia própria, geralmente na floresta.

O tabaco é considerado uma planta de poder, ancestral e sagrada, usada, entre outras funções, para limpar tanto os indivíduos quanto os espaços cerimoniais. Ele é aspirado e automaticamente sobe, desobstruindo as vias respiratórias até chegar ao cérebro, onde ocorre uma espécie de expansão da consciência e, dependendo do grau de alinhamento da pessoa, pode curar vícios, sinusites e firmar pensamentos, entre outras coisas.

Sobre a Consagração:

O Tepi é um aplicador que deve ser soprado por outra pessoa, diferentemente do Kuripe, que é um auto-aplicador.

O Rapé não é aspirado pelos indígenas e sim soprado por outra pessoa ou pelo próprio indivíduo. Para isto é utilizado um instrumento de bambu oco, o Tepi, ou Kuripe. Esta comunhão entre o indivíduo que recebe e o que sopra é a garantia da energia do rapé.

O que o soprador mentalizar durante a cerimônia influenciará no efeito da medicina no indivíduo. Um mesmo rapé não provoca o mesmo efeito se ministrado de formas diferentes. O efeito do rapé é rápido, após alguns minutos o indivíduo sente um grande bem estar, além de promover a limpeza das vias aéreas. Alguns ainda relatam que o rapé tem a capacidade de dar força ao corpo depois de um dia de trabalho debaixo do sol.

Alguns benefícios do rapé incluem:

Ajuda a concentrar e aguçar a mente.

Limpa o campo energético da pessoa ou ambiente, alem de funcionar como um desintoxicador de corpo e mente, e por isso é muitas vezes associado à cerimonias de Ayahuasca, ajuda aterrar e firmar a expansão.

Limpa as vias respiratórias de muco e bactérias, ajudando, assim, a combater resfriados e doenças respiratórias.

Fornece um efeito calmante e de ancoragem nas emoções que dura muito mais do que a sensação inicial.
Pode ser usado em conjunto com outros tratamentos para dependência e doença mental.


Changa

 

Um psicodélico inovador e potencialmente menos conhecido, que não tem raízes na tradição, a Changa, o psicodélico parecido com a ayahuasca. Changa é uma mistura que contém substância psicoativa dimetiltriptamina (DMT) e um inibidor da monoamina oxidase. Foi desenvolvida como uma alternativa ao DMT cristalizado para evitar os efeitos intensos e rápidos. A mistura foi lançada nos anos 90, é uma opção para aqueles que desejam experimentar os efeitos do DMT de forma mais suave ou com doses mais baixas.

A ayahuasca e a changa contêm DMT, mas diferem na forma de consumo. A ayahuasca é uma infusão feita com B. Caapi e folha de chacrona, consumida como uma bebida. A viagem psicodélica dura cerca de seis horas. Por outro lado, a changa é uma mistura fumável das duas plantas, os efeitos da changa são mais curtos, durando de 30 minutos a uma hora.

O DMT é chamado de “molécula espiritual”, estudos dizem que o DMT é libertado pela glândula pineal durante a morte. O DMT tem semelhanças com experiências religiosas e espirituais, aqueles que usam Changa frequentemente encontram “entidades” de outros reinos, cuja forma está relacionada à cultura e ao ambiente do indivíduo. 

Para alcançar essas experiências mais intensas, é necessário fumar uma quantidade significativa de Changa em um curto período de tempo. Porém, também é possível ter uma experiência mais suave fumando Changa em um cachimbo ou baseado, resultando em pequenas alterações na percepção e cognição, com o objetivo de iluminar as cores, ampliar a percepção e acalmar a atividade mental, promovendo o alinhamento dos pensamentos. A discussão sobre como aplicar a changa no tratamento da dor crônica de forma mais ampla, bem como seus outros benefícios potenciais.

O Cachimbo, o utensílio usado para fumar a Changa tem uma simbologia muito profunda, para algumas culturas, a união do mundo terrestre (representado pelas folhas) com o celeste (representado pela fumaça). O Cachimbo Sagrado é realizado para um contato intenso com o Mundo Espiritual, para elevação de preces, mantras e rezas, representa a união do feminino (círculo) com o masculino (reta).

O Cachimbo também está muito presente na egregora do Preto Velho da Umbanda, com seus cachimbos ou cigarros de palha, defumam as pessoas que com eles tomam passes. A ação do fogo e do fumo “queima” as energias pesadas.

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Escolha dos enteógenos por Bob Navarro.

Arte: Michelly Rocha

Ps: Após o encerramento mensal da série Casas EDL, será vendido na loja da escola o Tarot das Casas impresso com todas as cartas e manual de como jogar.

Lista das Cartas –

Tarot – Casas EDL

01-  Ascendente ✅

02- Os Chakras e as Cores ✅

03-  Totens ✅

04-  Armas ✅

05-  Os Elementos ✅

06- As Estações ✅

07-  Os Sentidos ✅

08-  Virtudes e Pecados ✅

09- Navegação ✅

10- Pedras e Amuletos ✅

11- Os 4 Humores ✅

12- Pets ✅

13-  Expansão Ritual ✅

14- Vestes Ritual 

15-  Ferramentas Mágicas

16-  A Banda 

17-  As Deusas

18- Seres Mitológicos

19- Dragões

20- As Lutas 

* Lista de Cartas pode atualizar

 

Veja também:

Casas EDL – Ascendente (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Os Chakras e as Cores (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Totens (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Armas (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Os Elementos (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – As Estações (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Os Sentidos (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Virtudes e Pecados (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Navegação (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Pedras e Amuletos (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Os 4 Humores (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Pets (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Expansão Ritual (Ka, Hu, Ra, Ptah)

 

 

 

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